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Um segurança de Rafael Waldomiro Greca de Macedo, ao que me consta originário da Guarda Municipal, foi a primeira vítima da “caça às bruxas” decretada pelo “Tribunal da Inquisição da Prefeitura”, depois que alguns jornalistas desnudaram quanto está custando ao erário o “investimento” do alcaide num grupo de jovens donos de cargos comissionados milionários.
VAZAMENTOS
Na verdade, a demissão – é apenas a primeira – ocorreu porque o pobre homem foi acusado de ter “deixado vazar detalhes” da operação de guerra decretada pelo alcaide: o segurança, segundo a lógica de Rafael, “seria um dos poucos a conhecer” sua disposição de vingança.
Ora, pois, pois: condena-se por suspeita.
O alcaide e seu séquito de velhas raposas – a começar pela “aranha marrom” – deveriam, isto sim, olhar melhor seu entorno. Gente, por exemplo, como aqueles que me mostram a grande irregularidade que foi o emprego comissionado dado ao pai de Navarro – seu Ataíde -, numa explícita nomeação de nepotismo, que durou de 2017 a meados de 2018…
Ou será que o pai de Lucas foi simplesmente removido “para outra folha de pagamento?”, como indaga um vereador disposto a ir a fundo no assunto.
UTILIDADE DO AUTO?
Essa investigação do vereador, se consumada, deverá ser bem mais útil para Curitiba do que a Câmara, em peso, assistindo o Auto escrito por Greca e encenado numa rua da Cidadania.
Essa “operação”, como noticiado, seria centrada numa expedição punitiva física a este jornalista, especialmente porque coluna (além de ter desnudado as proteções dadas a Lucas Navarro, 28), insiste em a ser crítica à Prefeitura.
Ou será que mais desagradou ao alcaide foi a revelação dos entreveros entre Felipe e Lucas Navarro, que disputam as preferências de Waldomiro até no prédio onde Greca mora?
