
Um ser ameno, nascido com a política na alma, o governador Ratinho Junior – até por ser muito polido – dificilmente mostra-se contrafeito diante de situações que eventualmente o contrariem.
No entanto, abre vigorosa exceção: jamais esconde sua contrariedade quando amigos e não amigos referem-se à chamada “República de Pato Branco”. No sentido de que dita “República” teria o controle da máquina governamental, do dia a dia da administração estadual. E seria composta por hábeis políticos oriundos daquela cidade do Sudoeste paranaense.
O nome mais paradigmático dessa “República” formada por gaúchos e filhos de gaúchos que “apearam” no Governo é o do chefe da Casa Civil, Guto Silva, sobre o qual a língua ferina de Roberto Requião assesta armas, no momento.
