Amigo comum, meu e de Dalton Trevisan, 90, pede-me que esclareça a notícia registrada pela coluna, semana passada, e que teve grande repercussão. A matéria relatou relacionamento do contista e uma aluna de Letras, apontando-a como sua namorada. Esse fato, aliás, fora registrado também pelo jornal Folha de São Paulo… A diferença foi que esta coluna identificou a moça (Fabiana), 30, e o apelido carinhoso que ela recebeu de Dalton, “Chapeuzinho Vermelho”, bem como local de seu antigo trabalho, um café.
Avesso a contatos com a imprensa e com poucos amigos, e dos quais exige fidelidade absoluta (o que significa silêncio sobre a vida do “Vampiro”), Dalton pediu que um deles me passasse as seguintes informações:
a) não é namorado de Fabiana;
b) mantêm, isso sim, relações pessoais de interesse comum em torno de temas literários, ‘facilmente explicáveis até pela condição dela, de estudante de Letras’;
c) a jovem apoia o contista fazendo trabalhos de secretária e assistente do escritor;
d) é nesse âmbito de relações é que Dalton e a jovem mantêm seu relacionamento.
A presença de Fabiana ao lado do escritor seria – ressalta ainda o emissário – ‘essencial no dia a dia do contista’.
