Quando o atual alcaide assumiu eram 1.010 médicos, número diminuído para 850 em 3,5 anos de seu “reinado”. Agora, só 50 novos são contratados…

Dona Matilde da Luz, antiga funcionária da Prefeitura de Curitiba, fez nesta quarta, 18, muitos contatos com seus amigos da área da saúde e dirigentes sindicais da cidade. Tudo para avaliar a decisão de segunda-feira, 17, do prefeito Rafael Valdomiro Greca de Macedo que, com o exibicionismo de sempre, “quis passar a impressão que estava resolvendo uma crise crônica de sua administração – a falta de médicos da rede municipal”, assinala aquela senhora.

De um vigilante médico instalado numa das UPAS da cidade, dona Matilde recolheu o seguinte raciocínio: “Depois de a Prefeitura ter gerado a queda de 1.010 médicos da rede municipal de saúde, que passaram de 1.010 para 800, os tambores rufaram: Greca trombeteou estar contratando apenas 50 novos médicos…” E acrescentou:
– Trata-se, de pequena, reposição parcial, diante das enormes carências no sistema municipal de Saúde, objeto de reclamações continuadas feitas pelos cidadãos. (vide link: https://tinyurl.com/tx8avlr).
Outro médico, que atua no Pinheirinho, entre bem humorado e profundamente crítico com o que classificou de “desleixo com a situação da população, sobretudo a mais carente”, saiu-se com esta, segundo ainda dona Matilde da Luz:
– Será que Curitiba precisará de uma nova pandemia para a Prefeitura fazer a reposição dos médicos da rede pública nos números que a população da cidade requer?
