
Nem tudo foi falta de recursos nas administrações de Curitiba dos últimos anos.
A esse propósito, ontem, uma fonte esportiva me lembrava: dos R$ 3 bi que as administrações Ducci e Fruet dispunham para gastar pelo PAC da Copa, só teriam usado R$ 600 milhões. Sobraram, garante o observador, R$ 2,4 milhões “por incompetência dos administradores”. Faltaram projetos para a cidade absorver o dinheiro sobrante.
O que gastaram, aplicaram em obras no aeroporto, no binário da Rua Chile, na Arena da Baixada, etc.
ISONOMIA?

A observação do esportista chegou-me carregada de preocupações: “Agora o pessoal do Coritiba alega que a Prefeitura, tendo usado R$ 300 milhões do PAC da Copa para a Arena da Baixada, do Atlético, deveria abrir a mão, generosamente, para uma futura planejada construção de novo estádio do Coritiba FC.” Quer dizer: deveria financiar o novo estádio, como fez para o Atlético.
O atual seria simplesmente implodido. Condenado que estaria por meio século de péssima manutenção.
GIOVANNI
E não faltam, por parte de alguns torcedores desinformados (ou de má fé?) insinuações maldosas. Uma delas, a de tentar associar o “primus inter pares” do prefeito Rafael Greca, Giovanni Gionédis, ex-presidente do Coxa, à reivindicação que está sendo colocada.
CORRIDA AO OURO
Estranho é essa corrida ao ouro que nem existe, pois nem o novo prefeito sabe ainda o tamanho do rombo que encontrará nos cofres do Município. Na semana, aventou-se ser um furo de R$ 400 milhões o furo que Fruet vai legar ao sucessor.
Se forem mesmos R$ 400 milhões, empatarão com o buraco encontrado nos cofres por Fruet, quando assumiu em lugar de Ducci.
Greca, embora torcedor alviverde, tem obrigação de ser coerente com sua pregação de campanha: entre pão e circo, terá de priorizar o atendimento à Saúde Pública e a à Educação.
