Presbiterianos do Mackenzie arrumaram a casa, hoje voltando a ser exemplar
Hospitais Cajuru, Evangélico Mackenzie e Santa Casa: com o SUS
O Hospital Evangélico Mackenzie de Curitiba, sob a direção do Instituto Mackenzie, vai muito bem obrigado, dizem seus dirigentes. Tem pagado as contas em dia e acertado todas as muitas encrencas deixadas pela administração passada, da SEB, sendo que apenas com o grupo de André Zacharow – quando a débâcle do hospital ocorreu – a instituição esteve por 20 anos.
Zacharow e a “doutora Morte”, a médica intensivista Virginia Soares, não deixaram saudade no hospital. Muito menos na comunidade abrangente.
Hoje, sob os cuidados dos presbiterianos da Mackenzie, o Evangélico pode mostrar bem claramente seus números. Por exemplo, dos seus 470 leitos em plena atividade, 90% são destinados ao SUS.
A propósito: o Evangélico Mackenzie, o Hospital do Trabalhador, o Cajuru e a Santa Casa são os hospitais particulares – apenas eles – que atendem à clientela do SUS na Capital.
Já o Hospital de Clínicas, também atendendo pelo SUS, tem o suporte do Governo federal.
Já o Hospital Rocio, de Campo Largo, enorme, com mil leitos segundo se anunciou quando de sua abertura anos atrás, não conseguiu – tudo indica – atender as metas de amplo atendimento do SUS.