O anúncio esteve nos grandes jornais, no final de semana, convocando jovens interessados em estudar Medicina a cursar a Universidade chinesa Weifang, “uma das melhores do mundo”.
A oferta só será respondida por alunos muito ricos. Os medianos e pobres terão de se contentar com o “exterior” de Medicina na Bolívia e Paraguai, países que oferecem milhares de vagas e a baixo custo. E provavelmente formando profissionais que não conseguirão passar com facilidade no exame Revalida.
A instituição parceira da Weifang é a novata Universidade Brasil, ainda sem prestígio acadêmico. E que não pode ser confundida com a extinta Universidade do Brasil, do Rio, que deu lugar à UFRJ.
