
Um dos bem equipados procuradores que ajudaram a fazer a história da Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos, 55, aposentou-se do serviço público, conforme portaria assinada pela procuradora Raquel Dodge. Ele prestava ultimamente serviço em São Paulo.
Até certo ponto bem mais discreto do que Deltan Dallagnol – e sem se expor muito, como vem fazendo o procurador Diogo Castor de Mattos – Carlos Fernando tem a memória completa das operações que resultaram na apuração da lavagem de dinheiro da Operação Banestado, desenvolvida em 1999 pelo hoje ministro Sergio Moro.
Diz-se que, com benefícios diversos, levará cheque mensal de R$ 35 mil.
Passado o período de retiro obrigatório, o procurador deverá dedicar-se à advocacia. Irá para a área que mais conhece: compliance.
