
O advogado curitibano Ogier Buchi (PSL), teve conturbada a sua candidatura ao governo do Paraná, pela coligação Pátria Brasil. O partido, PSL, o mesmo de Jair Bolsonaro, não oficializou sua candidatura. Buchi então apresentou registro individual de candidatura junto à justiça eleitoral. Em entrevista ao Diário dos Campos (Ponte Grossa), Buchi afirmou, entre os objetivos da campanha, está dar palanque a Bolsonaro no Paraná.
Sobre o programa de governo, se eleito, o candidato afirmou à repórter Patrícia Lucini estra preparado para derrubar custos da máquina operativa do estado.
“O estado terá lei orçamentária para 2019, com metas que terão de ser cumpridas pelo próximo governo. Mas, em relação à estrutura do governo, tenho algo muito mais ousado em relação a outros candidatos: vou trabalhar com quatro ou cinco secretarias, porque as secretarias são muito dispendiosas. Na pasta de educação, podemos criar diretorias de esporte, turismo e cultura, que terão a mesma capacidade e finalidade de uma secretaria, porém com custo operacional menor. Também quero enxugar custos dos prédios públicos e aproveitar áreas que já são do governo para construir espaços. Queremos manter no centro cívico a administração do estado. O administrador do estado tem que dar exemplo na economia”, afirma ele.
Faz parte do seu plano de governo, privatizações até de presídios: “Quero promover privatizações de todas as empresas públicas não essenciais, como a Compagas e atividades da Copel. É necessário ter responsabilidades com o tema privatizações, e eu terei. Também quero privatizar todos os presídios, fazer com o que o preso trabalhe, produza e, com sua produção, ele paga os gastos na prisão. Não fomos nós que cometemos um crime, não é justo que a sociedade pague a manutenção dos presos”.
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