
Bruxas habitam o imaginário popular desde o começo do mundo com suas roupas extravagantes, gatos pretos e vassouras voadoras. Alana Morgana, de 66 anos, atende a todas essas características que remetem à Idade Média, quando feiticeiras eram caçadas e queimadas em fogueiras.
Ela é líder de um grupo de crenças wiccanas que está no centro de uma polêmica desde que teve um ritual, realizado de madrugada numa das principais ruas de São João de Meriti, na Baixada, flagrado em vídeo. As imagens viralizaram nas redes sociais, e Alana Morgana diz ter recebido ameaças de morte.
— Sou bruxa e gosto de ser chamada de bruxa. Uso preto, tenho gatos pretos e sou roqueira. Faz parte do meu marketing — conta ela, enquanto mexe no cordão de pentagrama no templo que construiu em cima de sua casa.
