quarta-feira, 15 abril, 2026
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Augusto Prolik, 70 anos de boa advocacia

José Machado de Oliveira
José Machado de Oliveira

A mais antiga banca de advocacia do Paraná em pleno funcionamento, o Escritório de Advocacia Augusto Prolik celebrará em 4 de outubro, seus 70 anos de fundação.

Sob o comando, hoje, do requisitadíssimo advogado José Machado de Oliveira, o grupo, que ficou conhecido por sua atuação em área tributária, festejará a data com um grande coquetel no dia 4, no espaço do MON, Museu Oscar Niemeyer.

O escritório trabalha em todas as áreas do Direito, exceto a criminal.

Machado vem de uma época muito significativa do escritório: foi admitido por ser contador, sua especialidade daqueles dias (50 anos atrás).

Augusto Prolik, o histórico causídico, paradigmático especialmente como tributarista, chamou Machado para dar suporte contábil à banca que muito crescia. No final dos anos 1960, com a abertura do Curso Noturno de Direito da UFPR, Machado fez o curso e, formado, tornou-se o referencial que hoje é na área. Com ele trabalham 23 advogados, sendo dois deles seus filhos.

TRÊS ANDARES

O Prolik ocupa o espaço de 3,5 andares num edifício, na Marechal Deodoro, que ficou conhecido por abrigar outros escritórios de advocacia de grande expressão, como o de René Dotti. Em anos passados, lá funcionou igualmente o do advogado Hélio Narezi.

Há uma série de curiosidades na vida de Machado: em 1962, ele já escrevia sobre temas contábeis para o semanário Voz do Paraná hoje extinto, de orientação católica. Por anos, quando jovem dedicou-se à Conferência Vicentina, obra católica de atendimento dos pobres mais pobres, tendo presidido um de seus ramos em Paranaguá, onde viveu com a família por certo tempo.

Metódico, organizadíssimo, dedica de 45 a 50 minutos diários à prática de esportes, a exercícios aeróbicos e também à piscina.

José Machado de Oliveira pertence a um universo de paranaenses de muita expressão na vida pública, marcados que foram pelo carisma educacional dos padres vicentinos: o Colégio São Vicente de Paulo, em Irati, do qual foi interno por quatro anos (de 1950/54).

Dois notáveis daquela geração, dentre outros, foram Carlos Alberto Pessoa e José Maria Oreda (in memoriam), notabilizados por presença na vida cultural do Estado.

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