terça-feira, 24 fevereiro, 2026
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Auditório de Rocha abre espaço para “quem foi que inventou o Brasil?”

Luiz Carlos França da Rocha e auditório
Luiz Carlos França da Rocha e auditório

Luiz Carlos França da Rocha, o Rochinha, como o chamam os amigos, tem agora seu próprio auditório, na sede de sua banca advocatícia, na Rua Estados Unidos, 2452, espaço de bom gosto, muito bem equipado e recém-inaugurado. Começou com conferência do constitucionalista Écio Oto Ramos Duarte, dia 21.

No item auditório, Rocha segue o exemplo de outros notáveis advogados curitibanos, como Renê Dotti e Luiz Fernando Pereira, que têm os seus e deles fizeram um centro de atividades culturais permanentes.

E dentro do objetivo de promover encontros culturais de múltiplas dimensões, Rocha programou para o local, 31 deste mês, segunda-feira, às 19 horas, uma palestra do jornalista Franklin Martins, que falará sobre seu recente livro “Quem foi que inventou o Brasil? ”, obra que trata da história da República a partir da música.

Os convites estão sendo disputadíssimos: o auditório tem apenas 60 lugares.

2 “O RETRATO DO VELHO”

Ex-ministro Franklin Martins
Ex-ministro Franklin Martins

O ex-ministro Franklin Martins, um nome importante das chamadas esquerdas e também da resistência aos governos militares, terá o apoio em sua fala, do músico Wellington Douglas Costa Wella.

O jornalista fez uma ampla pesquisa sobre músicas que assinalam momentos importantes da vida política do Brasil na República – “recortando-a por meio de músicas de variados estilos”, explica Rocha.

O livro será lançado na ocasião, em Curitiba.

O auditório começa assim muito bem: com música e política, duas paixões nacionais.

Getúlio Vargas
Getúlio Vargas

De minha parte, quero ouvir o jornalista dissertar sobre uma das marchinhas que martelaram minha meninice, em minha casa de getulistas históricos: “Bota o Retrato do Velho…”

Nunca é também demais lembrar: o pai de Luiz Carlos da França Rocha foi um dos nomes mais respeitados do sindicalismo do país, militante do então ilegal PCB, cuja vida foi marcada por ter sido vítima de perseguições políticas e prisões. E por ter vivido na clandestinidade anos a fio.

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