
Minha mais recente leitura de obra jornalística encaixada na categoria “Jornalismo como obra literária” foi o romance “Honra Teu Pai”, de americano Gay Talese.
Com Truman Capote, acredito, Talese inscreve-se entre os mais importantes nomes do gênero. Suas reportagens são obras literárias de primeira. Sem deixarem de ser reportagens.
2 – COM TRISTÃO DE ATAIDE
Minha mais antiga referência sobre o assunto jornalismo como gênero literário foi a leitura que fiz, quando estava no começo dos 20 anos de idade, lendo “Jornalismo como Gênero Literário”, de Tristão de Ataíde, o monumental pensador do século 20, assíduo colaborador de jornais e revistas, professor universitário. O livro foi editado por primeiro pela ex-Editora Agir e, depois, pela Edusp.
O tema é inesgotável. Por isso mesmo, peço ao leitor: salve na sua agenda a data de 24, o próximo sábado, quando o jornalista e escritor Ernani Buchmann estará esmiuçando o assunto, durante o Encontro Estadual de Academias de Letras.
Bom de pesquisa, leitor compulsivo e muito crítico, Ernani promete ir a fundo no tema. A partir das 10 horas daquele dia, no auditório da Faculdade de Direito da UFPR (prédio histórico).
3 – SIMBOLISMO
Eduardo Rocha Virmond, por sua vez, fará uma ampla imersão no Simbolismo, gênero literário em que o Paraná teve grandes representantes.
Um panorama – grande resumo – sobre a literatura do Paraná, de ontem e de hoje, será tarefa (e que missão!) de Paulo Venturelli, acadêmico e literato.
