
Com linguagem meio cifrada, como convém ao momento atual, um afiado observador do mundo político e das campanhas eleitorais de Curitiba apontava ontem a este espaço que estaria “ficando cada vez mais acintosa” a presença de um “bilionário da terra, conhecido trem pagador, em eleições e em eventos culturais”.
No caso, o alerta é sobre a presença do moço em, pelo menos, duas campanhas de candidatos a prefeito em que ele estaria atuando por caminhos diversos. Um deles, por meio de pagamentos via suas múltiplas corporações empresariais, de assessores muito especiais (e caros) dos prefeituráveis contemplados por suas “bênçãos”.
Escapa-se assim da lei eleitoral e suas restrições.
Um “penny” para quem adivinhar o nome do cidadão caixa alta.
