
O ministro Gilmar Mendes (STF) cansou de elogiar a Lava Jato enquanto a operação da PF, MPF e Justiça Federal se empenhava em indiciar políticos, especialmente os do PT. Nisso estava certo, ninguém pode duvidar.
Só que Mendes, agora, numa súbita mudança, quando a operação começa a atingir gente grande de outras esferas, passa para o lado oposto, de pura condenação à Lava Jato. Lamentável.
Há uma exceção louvável na fala de Mendes: alguns personagens do MPF, procuradores da República, estão mesmo exagerando, expondo-se sem parar, como se fossem salvadores da pátria. Viraram astros de um espetáculo lamentável.
No caso, localizo um curitibano que se ajusta à perfeição ao modelito: jovem, sorridente, bem preparado juridicamente, honesto (acredito que assim seja), mas um poço de vaidades incontidas. Igrejas têm sido, com a TV, seu palco privilegiado e preferido.
Adivinhe o nome dele?
Não precisa se esforçar, ele pode estar neste momento em seu canal de notícias na TV.
