
Mônica Santana, jornalista com muita experiência em assessoramento de políticos – dentre outros, trabalhou com Gleisi Hoffmann e Marcello Almeida -, volta a trabalhar na área. Passou a ser a assessora de imprensa do candidato Rafael Greca de Macedo.
Esse é trabalho ela faz em caráter pessoal, independente de sua agência de comunicação, a NQM.
“NEM QUE MORRA” (2)
A propósito: me perguntam sempre o porquê de tantos jornalistas usarem a expressão NQM, nome registrado, na área, pela empresa de Mônica Santana e Sergio Wesley.
Lembro que essa era uma prática, o do grafar o NQM como recomendação de matéria inadiável e intransferível, era comum nas redações de jornais, especialmente, nos anos 1960 a 80.
Assim, quando uma matéria era de absoluto interesse público – ou dos dirigentes da empresa jornalística, o que era muito comum – o “NQM” era escrito na pauta, para os repórteres, e seguido religiosamente pelos editores. Quer dizer: “publique-se, nem que morra”.
Muitos capitularam no mercado de trabalho, por não terem seguido à risca a determinação NQM…
