Não sei se esse evento que vai debater na semana, em Curitiba, a mulher no poder político pensou em levar o depoimento de mulheres paranaenses com larga experiência na vida pública. Posso dar alguns exemplos, a começar por Cida Borghetti, vice-governadora e virtual governadora em 2018, com a provável desincompatibilização de Beto Richa.
Outro exemplo é o de Emília Belinati, que ocupou por diversas vezes o Palácio Iguaçu, substituindo Jaime Lerner, de quem foi vice-governadora.
Há igualmente a atual vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves, aquela que restou do PT na administração de Gustavo Fruet.
No âmbito municipal, nos anos 80/90 teve forte presença na vida pública da cidade a médica Rosa Maria Chiamulera, ocupando cadeira na Câmara de Curitiba.
E, embora não esteja vivendo seus melhores momentos, não há como esquecer a primeira senadora eleita pelo Paraná, Gleisi Hoffmann, a grande surpresa eleitoral de 2010.
Sem ter ocupado cargos eletivos, mas com grande exposição política, há o caso de Fernanda Richa, secretária de Ação Social, assim como no passado teve grande presença na vida pública paranaense Maria Elisa Paciornik, secretária de Estado por diversas vezes.
