
Pelo terceiro ano consecutivo, a Polícia Científica do Paraná insere mais de mil perfis na rede ao longo de 12 meses
(AEN PR)
Os cadastros feitos pela Polícia Científica do Paraná na Rede Nacional de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG) contribuíram em 114 investigações em 2021. O número supera o acumulado de seis anos – de novembro de 2014, quando foram iniciados os relatórios do Ministério da Justiça e Segurança Pública sobre a rede, ao mesmo mês de 2020 – período em que foram contabilizadas 113 investigações auxiliadas por amostras do Estado.
O Paraná é destaque, pois pelo terceiro ano consecutivo vem inserindo mais de mil perfis genéticos na Rede ao longo de 12 meses, dados que são compartilhados com os 22 laboratórios forenses vinculados à RIBPG. Com este desempenho, o Estado passa a se posicionar como o terceiro do País que mais contribuiu com as investigações, ficando atrás somente de São Paulo (1.429) e Goiás (340).
Considerando desde o início da Rede, em 2013, até o último relatório do Ministério da Justiça e Segurança Pública, divulgado em novembro de 2021, 3.427 investigações criminais no Brasil foram auxiliadas por meio das amostras cadastradas na RIBPG. Destas, 227 contaram com auxílio de perfis mapeados pela Polícia Científica do Paraná, o que representa 6,62% das investigações.
“O Paraná tem ocupado uma boa colocação no ranking entre os laboratórios cadastrados e isso é fruto da participação da Polícia Científica do Paraná em vários projetos, em especial o Backlog, referente às vitimas de violência sexual, e o de coleta em condenados”, explica o coordenador do Laboratório de Genética Molecular Forense da Polícia Científica do Paraná (LGMF), o perito criminal Marcelo Malaghini. “Isso coloca o Estado em uma posição bastante relevante, contribuindo muito com as investigações que têm suporte da Rede”, afirma Malaghini
