sexta-feira, 1 maio, 2026
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Frentistas aprendem a atender surdos em libras, a linguagem de sinais

A realidade impressiona: o Brasil tem dez milhões de surdos com diversos níveis de comprometimento, segundo avaliações oficiais. São inúmeras as dificuldades para se conseguir a inserção deles na vida diária, para assim  desfrutarem  plenamente a cidadania.

É pensando nessa realidade que um poderoso grupo econômico, a Potencial (produção de biodiesel, glicerina  e distribuição de petróleo) patrocina cursos para frentistas de postos de serviço sobre Libras. As aulas são online e acompanhadas por milhares de profissionais do país.

DESINTERESSE

É importante lembrar que o desinteresse para com os surdos leva até instituições tradicionais na  sua  educação  serem fechadas. O exemplo mais gritante é ocorrido com a Escola Epheta, de Curitiba, que simplesmente fechou em definitivo. Há quatro anos.

No endereço amplo de Água Verde/Batel, no entanto, continuam outras obras sociais-educacionais.

Vista da Escola Epheta

Mantida há 80 anos por uma congregação de freiras católicas, a Epheta cumpriu papel importantíssimo na área. Desconhece-se quem vai substituí-la.

FALTAM QUADROS

Teriam faltado recursos à Epheta? Não, religiosas da mantenedora nunca esconderam que “o que faltou mesmo são quadros de religiosas para continuar o trabalho”. A congregação referida estaria centralizando suas ações em Belo Horizonte, onde mantém cursos superiores.

O envelhecimento das freiras da Epheta pode ser mensurado até pelas duas casas que a congregação mantém em Curitiba exclusivamente para abrigar religiosas idosas.

O SUS, sabe-se, oferece aparelhos para surdez.

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