sexta-feira, 1 maio, 2026
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Livro defende revisão constitucional sem o Congresso, com plebiscitos populares

“Vamos devolver o poder ao povo” será lançado neste dia 23, no Hotel NH Curitiba, pelo empresário e pensador José Ernesto Marino Neto

 

(Da assessoria)

Nesta quarta-feira (23), será lançado em Curitiba o livro “Vamos devolver o poder ao povo – Ideias para o Brasil”, de autoria de José Ernesto Marino Neto. A obra, de 216 páginas, reúne artigos que defendem a revisão da Constituição brasileira sem a participação do Congresso Federal. Para ele, essa missão deve ser realizada pela sociedade brasileira, por meio de plebiscitos e referendos. O lançamento será às 18h, no Hotel NH Curitiba The Five (Rua Nunes Machado, 68, no Centro).

Marino aborda criticamente os grandes temas que travam a vida política e econômica do país. Entre eles, a falência do Estado brasileiro, o cipoal paralisante do sistema tributário, a inadiável reforma trabalhista e o fundo partidário que sustenta as eleições proporcionais e majoritárias

Com pouco mais de 25 anos, ele trouxe para o país em 1989 o Grupo Meliá de Hotéis. Fundador e presidente da BSH International, que administra várias grandes redes hoteleiras no país, Marino e o sócio José Paim lançaram em 2021, em Canela (RS), o projeto de revitalização de um dos mais emblemáticos hotéis brasileiros de luxo, agora gerido pela operadora alemã Kempinski. O Kempinski Laje de Pedra receberá investimentos de R$ 540 milhões e tem previsão de reinauguração no segundo semestre de 2024.

SERVIÇO:
O QUE: Lançamento do livro “Vamos devolver o poder ao povo – Ideias para o Brasil
QUANDO: 23 de fevereiro, às 18h
ONDE: Hotel NH Curitiba The Five (Rua Nunes Machado, 68, no Centro).

MENOS ESTADO, MENOS CORRUPÇÃO

Para Marino, a presença do Estado na economia, na política e na vida social deve ser redefinida em uma nova Constituição. “Quando diminuímos o tamanho do Estado diminuímos a corrupção. Quando enaltecemos a livre iniciativa, aumentamos o grau de liberdade do povo.” Essa não pode ser uma caminhada inspirada por ideologias, mas por espírito prático e urgência de reconstituir o vigor da sociedade brasileira. “As teorias caem por terra quando a realidade as supera. Acabou a época da esquerda e da direita. Estamos na era do pragmatismo”, reforça.

Só dessa maneira o país pode virar o jogo contra a herança cartorial e burocrática que o impede de cumprir seu destino de sociedade moderna. “Ainda hoje o Brasil carrega um grande fardo sobre seus ombros, alternando grupos no poder que impõem privilégios a si próprios, aumentando o peso nos ombros da sociedade. A liberdade para empreender é sufocada pela burocracia, enquanto a individual é sufocada pelos poderosos grupos instalados no Poder.”

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