
A Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional de Curitiba, comandada por Luiz Dâmaso Gusi, com aval do prefeito Rafael Greca (DEM), acredita que a população que frequenta o Armazéns da Família pode ficar duas semanas pagando mais caro para obter alimentos nos supermercados da capital do Paraná, com preços salgados e no mínimo 40% mais caros.
O povão carente pode ser privada de um serviço essencial no período das festas natalinas e de ano novo, mas as empresas de transporte coletivo não precisam se reinventar para continuarem vivendo, continuam sendo socorridas para não perderem dinheiro, durante o período da pandemia de covid-19 foram quase R$ 500 milhões a fundo perdido para manter um sistema falido.
