quarta-feira, 13 maio, 2026
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Fato/Fotos: João Almino e Tezza

João Almino e Tezza: momento único
João Almino e Tezza: momento único

“Histórica”.

Esta é a classificação mais correta do que foi o encontro de João Almino com Cristovão Tezza, os dois discutindo literatura e revelando pontos salientes de suas carreiras de escritores de dimensão nacional, sábado, 11, na galeria Casa da Imagem, em Curitiba.

João é um dos exemplos mais impressionantes da capacidade de afirmação pessoal: nascido em uma família de limitadas posses, em Natal, Rio Grande do Norte, cedo ele se destacou na vida estudantil, sempre em primeiro lugar.

Levou esse perfil, depois em Fortaleza, na vida acadêmica e, depois ainda, ao ingressar no Instituto Rio Branco, de que foi, nos anos 1990, seu diretor.

Diplomata, cumpriu – sempre acompanhado de Bia Wouk – importantes postos das “carrière”, como São Francisco, Portugal, Paris, Miami, Madri. Hoje dirige um dos essenciais organismos do Itamaraty – a Agência Brasileira de Cooperação.

As limitações de som do local – embora o grande esforço de Mello, o dono da Casa de Imagem – não me permitiram recolher a maior parte do depoimento de João, entrevistado por Tezza. A falha – que deve ser superada já no próximo evento da mesma natureza, aos quais Mello dará o nome de “Encontros Necessários” – completou-se com a não gravação dos depoimentos. Perdeu-se, assim, uma oportunidade especial de recolhimento da memória de Tezza e João Almino. Este, na mesma manhã, fez o lançamento em Curitiba de seu último romance – “Enigmas da Primavera”.

Um punhado de nomes de notáveis foi ao encontro: Jaime Lerner (sempre presente nos eventos de Almino e/ou Bia), Fábio Campana, Jaime Lechinski e Leila Pugnaloni, dentre outros.

Voltarei ao assunto.

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