terça-feira, 14 abril, 2026
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Dos Leitores: Rozemary Lopes Pereira

Rozemary Lopes Pereira com o filho Luiz Fernando Lopes Pereira
Rozemary Lopes Pereira com o filho Luiz Fernando Lopes Pereira

Prezado Aroldo Murá,

No último dia 11/12, faleceu minha Tia Rozemary Lopes Pereira, aos 88 anos de idade, em Curitiba.

Era natural de Irati, PR, irmã de meu pai, Tico Lopes. Era viúva de Fernando Pereira, paulistano e também radialista e jornalista. Deixou um filho, Luís Fernando Lopes Pereira, mestre, doutor e pós doutor em História, Professor da UFPR.

O corpo foi trasladado para Apucarana e lá aconteceram o velório, na Câmara Municipal e o enterro, no mesmo túmulo de seu finado marido.

ROZEMARY (2)

A Rozemary dispensa a você maiores comentários, que a conheceu muito bem.

Entretanto, informo em brevíssima síntese:

Residiu em Irati até seus 38 anos, após desenvolveu sua vida profissional de jornalista e radialista em Ponta Grossa e Apucarana; era pianista, maestrina, poeta e escritora, escreveu e dirigiu peças de teatro, formou grupos para diversas artes.

Quando moça, era também ‘designer’ de roupas femininas e de bolos e enfeites para festas.

Como jornalista e radialista, apresentou programas em rádios de Irati, Ponta Grossa e Apucarana; fundou e dirigiu o jornal O RADAR, de Apucarana, o qual, mesmo após a morte de seu marido e transferência para Curitiba, manteve o jornal naquela cidade, com periodicidade mensal.

ROZEMARY (3)

Carlos Alberto Sotti Lopes
Carlos Alberto Sotti Lopes

Há 6 anos teve um AVC e desde então estava em vida vegetativa, não tendo apresentado melhora.

Não tinha movimentos e não reconhecia ninguém, imaginamos, ainda que seus olhos nos acompanhassem, vivamente, quando a visitávamos na casa de repouso em que estava, aqui em Curitiba.

Teve inúmeros alunos e admiradores, fez de sua arte sua vida. De sua palavra seu instrumento de paz e harmonização das relações entre as pessoas.

Alegre, dinâmica, prestativa, humanitária. Era católica praticante.

Crítica das mazelas do mundo e protetora dos desvalidos, a todos atendia e dava-lhes o conforto de que precisavam.

Acolheu em sua casa várias pessoas, muitas das quais nem conhecia.

Dava-lhes conforto espiritual e material, mesmo que este último, às vezes, também lhe faltasse.

Minha Tia, a quem muito devo!!

Tínhamos uma relação muito agradável e próxima.

Trocamos muito e entendíamos sem precisar falar, num breve olhar.

CARLOS ALBERTO DE SOTTI LOPES, advogado, Curitiba

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CORRIGINDO

Peço anotar: o nome de um dos livros de Russel Kirk lançado no Brasil é “A Era de T. S. Elliot”, e não “A Era, de T. S. Elliot”. É sem a vírgula mesmo.

GUILHERME ALMEIDA BARBOSA DE SOUZA, jornalista, Curitiba-

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José-Machado-de-Oliveira-EFJAIME LERNER E ÉRICO

Prezado amigo ex-Iratiense e ex-Colégio São Vicente de Paulo:

A coluna de hoje está sensacional. Como sempre, aliás. Jaime Lerner é um urbanista conterrâneo que conseguiu renome internacional, pois é de competência ímpar. Mas, penso que o metrô segue.

O leitor Erico Mórbis colocou o dedo na ferida. Abraços

JOSÉ MACHADO DE OLIVEIRA, advogado, Curitiba

(correspondências para a coluna: aroldo@cienciaefe.org.br)

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