Moradores de rua e usuários de drogas, um dos problemas tristes de Curitiba. No entanto a alteração dessa desestrutura mundial, exige um comprometimento geral de toda a população. Responsabilidade focada nos que estão iniciando a vida. Assim, os que já estão nessa situação seriam igualmente alcançados. Para isso é necessária uma mudança de postura individual de cada habitante do planeta. Ações sociais que podem ocorrer, mas que requerem um alto preço. Essa exigência que sociedades doentes no mundo todo “nós” não queremos pagar.
ISABELA DE ABREU PATRÍCIO – Curitiba
A MISÉRIA DE UMA BRIGA
Senhor jornalista:
O que estamos vendo nas chamadas redes sociais é o extremo exemplo do absurdo que permeia esse mundo dos Facebooks e quejandos.
Digo isso com relação à perda de tempo com as discussões que lá se processam sobre porque, eventualmente, a mídia estaria (e as redes também) privilegiando um dos desastres que mais nos afetam nestes dias – o de Mariana ou o morticínio de Paris.
Há uma torcida – esta é a palavra certa – para condenar o desastre ‘mais privilegiado’ pelo noticiário e pelo sentimento de luto dos cidadãos.
Tudo pura bobagem: quando o mundo tem de enfrentar o descaso gerador desse Armagedon que foi o rompimento da barragem da Samarco, em Mariana, e o terrorismo islâmico em Paris, só se pode é chorar. E rezar, com orações acompanhadas de vigorosos protestos. Porque se nos calarmos, as pedras falarão, não é?
MARCIAL NOVINSKI ROTH, São Paulo
(correspondências para a coluna: aroldo@cienciaefe.org.br)
