Proposições lidas no pequeno expediente de 18-5, debates, registros, visitas e outros conteúdos.
Por Fernanda Foggiato, José Lázaro Jr.
INCLUSÃO NA PRÁTICA

Flávia Francischini (PSL) apresentou aos vereadores seu novo estagiário, Érico Pereira, que é autista e estuda Matemática na PUC-PR. “É um momento muito especial para mim. O Érico vai integrar a nossa equipe de trabalho”, afirmou a parlamentar, que é mãe de um jovem com autismo.
“A contratação de pessoas com deficiência ainda é um desafio, que precisa ser superado no Brasil. Eu quero, de coração, que esta Casa de Leis sirva de exemplo e de incentivo a outras pessoas fazerem o mesmo. A gente precisa de um novo olhar, de inclusão e de respeito”, afirmou.
“CADÊ A ISONOMIA?”

“Fomos surpreendidos, na quinta-feira, dia 14, por um evento da Prefeitura de Curitiba que teve centenas de convidados, serviços de buffet, cenografia, sistema de som, apresentações artísticas…
Os empresários estão indignados e perguntando o que aconteceu? Cadê a isonomia? Cadê a AIFU fiscalizando? Cadê a secretária de Saúde que vive culpando os empresários pelo aumento de casos e parece que estava presente no evento?”, questionou Alexandre Leprevost (PSD), na sessão. “A questão é ser justo com as pessoas que necessitam de apoio no momento. Podemos aprender a conviver com vírus e ter um retorno seguro, o que não podemos é conviver com a hipocrisia, onde uns podem e outros não”.
MEIO AMBIENTE I

Em sugestão à Mesa Diretora, acatada em plenário, Dalton Borba (PDT) propõe que as pautas das sessões plenárias de 7, 8 e 9 de junho tenham como temática o meio ambiente (203.00253.2021). A indicação é alusiva ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, um sábado. A data foi instituída em 1972, pela Organização das Nações Unidas (ONU), durante a Conferência de Estocolmo. Neste ano, tem como mote “A restauração de ecossistemas”.
MEIO AMBIENTE II
“O meio ambiente inclusive hoje tem uma relação direta com a própria Covid. Temos assistido alguns documentários nesse sentido, que uma descompensação ambiental teria sido uma das hipóteses da origem da disseminação do vírus”, defendeu Borba. Ele é autor de projeto de lei que pretende coibir a higienização de calçadas com água potável (005.00010.2020). A pedido do vereador, a matéria teve a votação em primeiro turno adiada por 9 sessões e poderá retornar à ordem do dia a partir de 8 de junho (saiba mais).
MEMORIAL
Foi acatada a indicação de ato administrativo ou de gestão de Sidnei Toaldo (Patriota) para que a Prefeitura de Curitiba construa um memorial em homenagem aos guardas municipais mortos vítimas da covid-19 (203.00256.2021). Segundo o vereador, que recebeu o apoio de Noemia Rocha (MDB) durante a discussão da proposição, “desde o início da pandemia cerca de 500 guardas que atuam na capital paranaense tiveram de ser, em algum momento, afastados do trabalho por terem testado positivo para o novo coronavírus. Considerando que o efetivo da corporação no município é de 1.578 agentes, um em cada três contraiu a doença. Já foram registradas cinco mortes por covid-19 entre os guardas municipais de Curitiba”.
BANDEIRA VERMELHA

Em pedido de informações oficiais à Secretaria Municipal de Planejamento, Finanças e Orçamento, Amália Tortato (Novo) pergunta quais foram os setores empresariais curitibanos mais impactados economicamente com a bandeira vermelha (062.00259.2021). Ela requer a listagem das 20 atividades mais afetadas negativamente, por meio do agrupamento dos CNAEs. Instituídas pelo decreto 565/2021, de 12 de março, as medidas mais restritivas vigoraram até 3 de abril.
ESTRUTURA CICLOVIÁRIA
O Plano Municipal de Estrutura Cicloviária é questionado por Dalton Borba (PDT). No pedido de informações oficiais, ele pergunta quanto dos 199,5 km de ciclovias previstas já foi implantado, e em quais localidades, dentre outros dados (062.00258.2021). Em outro requerimento, o vereador indaga os resultados de grupos de estudos instituídos em 2017 sobre a habitação de interesse social (062.00256.2021).
BOTÃO DO PÂNICO
Requerimento de Osias Moraes (Republicanos) retirou projeto de lei de sua iniciativa, protocolado nessa segunda-feira (17), que autorizava o Poder Executivo a implantar botões de pânico nas unidades da rede municipal de ensino (072.00066.2021). A ideia é que o dispositivo fosse acionado pelo diretor do equipamento público em caso de incêndio, assalto ou outra situação de perigo (005.00149.2021). O autor justifica que o texto será adequado e a matéria, reapresentada.
(Assessoria de Imprensa da CMC)
