
MPPR estaria de olho na fraude, sendo examinada com lupa….
O assunto já foi consistentemente enfocado por este site/coluna, e abordado mesmo dias atrás, sem que nenhuma das partes citadas no “imbroglio” desmentisse a informação jornalística. O fato, relembrando: segundo observação de um empresário paulista trazida ao site, a empresa vencedora do lote 1 da licitação dos radares, teria cometido impropriedades dolosas.
A começar pela documentação apresentada; essa falha na documentação deveria acabar gerando a desclassificação dela. Isso não aconteceu, e constitui-se em matéria importante para ação do MPPR ou, quem sabe, do Tribunal de Contas do Estado. Aliás, não há muita surpresa para quem acompanha o comportamento da Prefeitura gerida pelo atual alcaide em suas relações com certos fornecedores.
ANOMALIA DESTES TEMPOS
A situação de irregularidade com a documentação por parte de vencedora da nova licitação, foi denunciada, sem contestação. No entanto, não se tem notícia de qualquer manifestação técnica da administração municipal a respeito. Pelo contrário, a Municipalidade lavrou o contrato com a empresa em situação irregular. Não se interessou em apurar a anomalia denunciada, e verificável com facilidade. Observa ainda o empresário paulista: a denúncia sob os contratos de radares de Curitiba estaria também sendo averiguada no Ministério Público (MPPR). É o que ele afirma.
No site da transparência da Prefeitura de Curitiba, não se encontra qualquer informação a respeito da apuração. E, dentro do clima de euforia próprio do tempo do “maximus Greca”, o que se vê é o contrário: as matérias sobre a instalação de radares estão bombando na mídia da Prefeitura, como se nada existisse na Secretaria de Trânsito. Aliás, dizem línguas afiadas que o novo secretário do Trânsito, homem honrado e competente, pouco manda. A voz de comando estaria mesmo com aquela senhora habituada a impor suas vontades por todos os espaços por onde passa na Prefeitura.
Enfim, para usar do velho chavão: “Ó tempo, ó costumes…”
