Não se pode classificar de malfeitor o cidadão que resolveu, de forma inteligente e criativa, instalar seu ponto de vendas de meias, roupas e “gadgets”. Sem tem licença para a venda ambulante, ele abre uma sortida mala de produtos variados, fica de olho no “negócio” e vai atendendo à clientela. Fica defronte a uma confeitaria – Delícias de Portugal – na Av. Sete de Setembro, Batel.
O homem não é malfeitor. Simplesmente sonegador, sob a complacência da fiscalização.
