quinta-feira, 30 julho, 2026
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DIAGNÓSTICOS E MORTES POR COVID-19 SOBEM 91% E 63% EM CURITIBA

Com o boletim divulgado no final da tarde deste sábado (21 de novembro) pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Curitiba viu chegar ao fim a 36ª semana convivendo com a pandemia do novo coronavírus. E os dados da semana que se encerra, a chamada média móvel, trazem motivos para grande preocupação, com aumento importante na média de novos casos e óbitos por dia, além do recorde de casos ativos na cidade.

Com relação aos diagnósticos, de uma semana para a outra a capital paranaense viu a média diária praticamente dobrar. Na semana de número 36, entre os dias 15 e 21 de novembro, foram 1.067,29 novos casos da doença diagnosticados por dia, ao passo que na semana anterior (35) havia sido 559,43 registros. O aumento de uma para a outra semana, portanto, foi de 90,78%.

Com o avanço dos novos casos, a capital paranaense bate pela segunda semana consecutiva o recorde de diagnósticos diários. No primeiro pico da pandemia, o recorde de novos casos havia sido registrado na semana de número 19, entre os dias 19 e 25 de julho, com 528,14.

MÉDIA DE MORTE AVANÇA

Quanto ao número diário de mortes causadas por infecções pelo novo coronavírus, Curitiba viu o índice saltar 63,16%, passando de 5,43 mortes na semana de número 35 para 8,86 na semana 36.

Trata-se da maior média diária de mortes desde a semana 28, entre os dias 20 e 26 de setembro, quando 10 vidas foram ceifadas por dia na capital paranaense.

De toda forma, o recorde de óbitos permanece com a semana de número 21, entre os dias 2 e 8 de agosto, quando a Covid-19 levou 18,29 vidas por dia na capital paranaense.

BATENDO RECORDE

Na esteira do aumento no número de testes feitos na cidade e do aumento no número de diagnósticos, Curitiba viu nesta semana o número diário de casos ativos da doença bater recordes consecutivos.

No boletim de hoje foi anunciado que 9.637 pessoas que vivem na cidade estão atualmente infectadas pelo novo coronavírus, o que também significa que podem transmitir a doença.

Após registrar forte queda entre os meses de setembro e outubro, quando chegou-se a registrar menos de 3 mil casos ativos na cidade em um dia, o número diário de casos ativos voltou a crescer fortemente neste mês, registrando altas consecutivas desde o dia 4 de novembro.

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