quinta-feira, 30 julho, 2026
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NACIONAIS: NOVO BLECAUTE NO AMAPÁ   

                                 Bruno Covas, deputado Silas Câmara e Sergio Moro

O Amapá sofreu um novo apagão elétrico nesta terça-feira, 17. Durante a madrugada, o Operador Nacional do Sistema Elétrico, ONS, ainda apurava as circunstâncias do blecaute e a quantidade de municípios atingidos. O primeiro blecaute comprometeu a prestação de serviços básicos em 13 dos 16 municípios do estado. A energia começou a ser restabelecida somente no dia 7, mas em regime de rodízio.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, naquela ocasião, o problema decorreu de uma explosão seguida de incêndio em um dos transformadores da subestação localizada na capital. Em relação ao novo apagão, o ministério declarou, nas redes sociais, que “o sistema elétrico apresentou instabilidade e as causas estão sendo investigadas”. “O sistema está sendo restabelecido gradualmente”, completou.

  1. Rachid evangélico

    O Supremo Tribunal Federal marcou o julgamento da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra o deputado Silas Câmara, líder da bancada evangélica, pela prática do crime de peculato, mais de dez anos após recebê-la. Os ministros decidirão se condenam ou absolvem o parlamentar entre 27 de novembro e 4 de dezembro no plenário virtual da corte — formato em que os votos são depositados e não há discussão da pauta.

  2. Aliança de 13 partidos em torno de Covas

    O partido do deputado Celso Russomanno, que foi apenas o quarto colocado na disputa pela prefeitura de São Paulo, declarou apoio ao prefeito Bruno Covas, do PSDB, no segundo turno da eleição municipal. Com o apoio do Republicanos, o tucano conta agora com 13 partidos em sua aliança para tentar derrotar o candidato do PSOL, Guilherme Boulos, que recebeu o apoio do PT na segunda-feira, 16.

  3. Nova derrota de Lula

    Por unanimidade, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça rejeitou nesta terça-feira, 17, mais um um recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a condenação do petista no caso do tríplex do Guarujá. À época em que atuava como juiz titular dos processos da Lava Jato em Curitiba, Sergio Moro sentenciou Lula a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em 2017. Depois, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região ampliou a pena para 12 anos e um mês de reclusão.

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