terça-feira, 28 julho, 2026
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EM CARTA AOS PARANAENSES, DEPUTADOS DEFENDEM TRANSPARÊNCIA NOS NOVOS CONTRATOS DE PEDÁGIO

Rodovia pedagiada no Paraná

A Assembleia Legislativa, em carta aberta aos paranaenses, exige transparência no processo de contratação das novas concessões de pedágio no Paraná.

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), que integra a Frente Parlamentar sobre o Pedágio, defende que representantes de toda a sociedade possam se expressar e opinar acerca do modelo que será adotado para a gestão da malha rodoviária no estado.

Os deputados estaduais e federais exigem a realização de uma consulta pública efetiva e que sejam amplamente informados sobre os trechos, obras e licitação de concessões das rodovias que serão pedagiadas.

“Nós queremos tarifas baixas e maior volume de obras, independentemente dos trechos relacionados.

Não vamos aceitar a cobrança de outorga, para que a falta de transparência e os erros do passado não se repitam”.

Na segunda audiência pública da Frente Parlamentar, os deputados ressaltaram que o momento é crucial para o despertar da sociedade paranaense e que o novo modelo deve ser amplamente debatido pelos moradores das cidades, por produtores e trabalhadores da agricultura, além de representantes da produção industrial, comércio, serviços, cooperativas e por toda a cadeia produtiva paranaense.

FORUM PARANAENSE

Romanelli lembra ainda que a Frente vai promover o Fórum Paranaense sobre o Pedágio, onde toda a sociedade civil organizada poderá conhecer quais os novos trechos de rodovias estaduais que estão previstos para serem integrados na licitação e pedagiados.

Na carta, os deputados exigem que a modalidade de licitação seja pelo menor preço de tarifa sem a cobrança de outorga.

“Queremos transparência, justiça e legalidade nas rodovias em solo paranaense.

A carta expressa a concordância de todos os deputados estaduais com os termos do ofício encaminhado ao Ministro da Infraestrutura pela bancada federal do Paraná em 10 de setembro de 2020, onde todos os 30 deputados federais e os três senadores mantém o mesmo posicionamento, de tarifas mais baixas, sem a cobrança de outorga”.

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