Ação se arrastava há anos, e remonta à primeira administração do alcaide, nos anos 1990

Neste dias “terribilis” de pandemia, o prefeito Rafael Valdomiro – do grupo de risco, 64, com idade e comorbidades que são “rondadas” pela Covid-19 – está passando por outras sarças ardentes.
Em 2018 por exemplo, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou o alcaide por improbidade. A decisão põe fim a uma antiga ação, decorrente de fatos da primeira administração Greca. Improbidade, decidiu o STF, não prescreve…
O assunto pode, por fim, ser apreciado pelo TJPR, é o que me garantem advogados, quando explicam firulas da decisão do STJ.
TEMPOS PROBLEMÁTICOS
De qualquer forma, os tempos são complicados para Rafael Valdomiro: sai ocasionalmente de seus refúgios, briga muito, pessoalmente ou telefone com auxiliares, e enfrenta oposição cerrada de grupos organizados: feirantes, pequenos comerciantes, academias (temporariamente funcionando, sob condições), igrejas evangélicas (lideradas pelo nada simpático Silas Malafaia), funcionários públicos…
Leia a seguir o despacho do STJ, segundo dona Matilde da Luz:
MEMÓRIA DA IMPROBIDADE
“Uma ação que rolava já há duas década chegou ao fim no Superior Tribunal de Justiça (STJ) com a condenação do prefeito Rafael Greca de Macedo por improbidade administrativa. O fato gerador vem da primeira gestão do prefeito, nos anos 90, quando, para construir o Hospital do Bairro Novo, terceirizou a obra para uma entidade de direito privado, a Associação Saza Lattes, sem licitação.
RELATOR DECIDIU
Após o esgotamento de todos os recursos possíveis, a decisão do STJ saiu em 2018 e foi assinada pelo ministro relator Benedito Gonçalves. Foram também condenados seu então secretário da Saúde, João Carlos Baracho, e a Associação.
