
A Segurança Empresarial (SE.AD) de Itaipu adotou o patrulhamento com barcos em áreas próximas à usina e intensificou a fiscalização de áreas protegidas. As ações ocorrem tanto no reservatório como abaixo da barragem, no Rio Paraná. O objetivo é coibir a caça e a pesca ilegais, especialmente nos arredores do Refúgio Biológico Bela Vista (RBV), mantido pela binacional.
Ainda não há um balanço das apreensões, mas a estimativa do setor é que o número triplicou desde que o patrulhamento embarcado começou, em fevereiro. Já foram apreendidas dezenas de redes e destruídas armadilhas, inclusive duas para captura de jacarés, encontradas na região conhecida como Pomba Cuê, no coração do Refúgio.
Os agentes de segurança também localizaram e destruíram pontos utilizados para acampamento ou apoio temporário de caçadores e pescadores. O patrulhamento fluvial permite ainda dissuadir a aproximação de embarcações da barragem – que, mesmo sem intenção, pode causar acidentes.
Para viabilizar o trabalho, os agentes da Itaipu foram capacitados para a condução de embarcações, fiscalização e repressão a crimes ambientais. Um grupo também participou de treinamentos em sobrevivência na selva, na Amazônia. Os profissionais com mais experiência compartilham seus conhecimentos com os mais jovens.
