
Pessoal do MON, no geral, não está nada satisfeito com o possível “presente de grego”, que pode ter sido a entrega ao órgão, pela PF e MPF, de obras de arte retiradas de Duque, ex-diretor da Petrobras, envolvido na Lava Jato.
Na surdina, sem alardes por motivos óbvios, “experts” do Museu, e outros, estão examinando, decepcionados, o acervo recebido. Prometem divulgar lauda. Mas dependem da palavra oficial de Teca Sandrini, a diretora técnica do MON.
