Pré-candidata a prefeita pelo Podemos, apoiada pelos três senadores do Paraná, conta com o economista Gilmar Lourenço para traçar parte de suas metas

Carol Arns, advogada, dona de amplas afinidades com temas econômicas e sociais do Paraná (foi, por anos, assessora da FIEP), é dos mais recentes nomes a despontar como pré-candidata a Prefeito de Curitiba (Podemos).
Ao mesmo tempo, é dos primeiros pretendentes ao Palácio 29 de Março a anunciar o esboço de um Plano Econômico, que desenvolve com o apoio do economista Gilmar Lourenço.
UMA BREVE ENTREVISTA
Nesta quinta-feira, 14, a Coluna ouviu, brevemente a candidata do Podemos, apoiada pelos três senadores do Paraná:
a) O que espera Curitiba no próximo ano, depois dessa desestabilizadora realidade da pandemia?
CAROL: Curitiba precisa estar preparada para um novo momento a partir de janeiro de 2021. Estaremos em um ambiente com aumento de desemprego, necessidade de retomada da arrecadação e a indústria com capacidade ociosa.
Precisaremos de políticas públicas voltadas para as famílias, com geração de trabalho e renda, estando inseridas em um ambiente saudável.
b) Além de enunciados gerais, você já está montando um plano de governo?
CAROL: Sim. E caminho importante para tudo isso é o plano econômico que estamos desenvolvendo, com apoio do economista Gilmar Lourenço.
Temos muito espaço para avançar em nossa cidade.
c) É possível dar pequena amostra dessas preocupações?
CAROL: Vejamos, por exemplo, perspectivas da saúde: hoje, 80% dos produtos e equipamentos nessa área são produzidos na China; se pegarmos os relacionados à COVID-19, esse número sobe para 90%. Precisamos trazer mais autonomia em relação a esta produção, o que ficou muito claro neste momento.
d) Em linhas gerais, como fortificar o desenvolvimento econômico de Curitiba?
CAROL: Para que tenhamos o desenvolvimento econômico da nossa cidade, além da atração de investidores, também precisamos promover parcerias, via articulação de diversas instituições de ponta na área tecnológica, como acontece com a UTFPR, UFPR, FAE, Positivo e outras instituições de ensino.
Não podemos achar que a Prefeitura é capaz de fazer tudo sozinha. Já é hora de valorizar quem sabe fazer para caminharmos mais longe.
