
A morte de Belmiro Valverde Jobim Castor foi em 29 de março de 2014, Dia de Curitiba. Neste último domingo, fez um ano. Por isso, amigos e familiares foram à paróquia do Perpétuo Socorro, no Alto da Glória, domingo, para lembrar um ano de morte do homem que mais maduramente pensou a realidade econômica do Paraná no século 20.
Belmiro faz falta. Suas palavras – releiam o que escrevia na Gazeta do Povo – tinham sentido premonitório, sobre o Brasil, especialmente.
