Jucirê e sua alegoria do Espírito Santo; a artista em outros momentos.
Jucirê e sua alegoria do Espírito Santo; a artista em outros momentos.
Jucirê Maria Matte Escremin – pedagoga com pós graduação na área -, logo que teve “um tempinho de sobra” passou a expressar partes de sua alma artística, sua generosidade afetiva para com o próximo e a devoção religiosa que traz de família, parte essenciais da formação recebida dos pais, gaúchos. Foi quando se iniciou num artesanato de primeira qualidade, como este Espírito Santo resplandecentes (foto).
Jucirê é basicamente curitibana “típica”, tais como identifico aqueles homens e mulheres de anos atrás, quando a cidade não havia sido “ampliada” pela enorme e por vezes assustadora expansão demográfica.
TRAÇOS DOMINANTES
O casamento com Ronald, um Escremin, apenas confirmou esses traços dominantes na cidade da infância e mocidade de Jucirê que, por vezes, chegava a “arriscar” alguma pintura, alguns desenhos. Isso a partir do bucólico espaço em que foi criada, numa área privilegiada do bairro de Uberaba.
Essa peça singular – e que é tema meio recorrente em Jucirê – trabalho para ser colocado em parede, é confeccionada em gesso e suporte metálico.
Os raios de luz ‘avivam’ as qualidades do sagrado próprias da Segunda Pessoa da Trindade.
Recado perfeito, para crentes e não crentes.
Quando fala sobre seu trabalho, a artista faz questão de registrar: foi a professora Solange Liosnoski Chadai que lhe dá as orientações seguras para o “fiat lux” de sua arte.