Hospital redobra cuidados no acolhimento dos pacientes
Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul
O Hospital Angelina Caron (HAC), em Campina Grande do Sul, está orientando seus colaboradores, corpo clínico e a comunidade sobre como manter o ambiente hospitalar seguro e saudável para as atividades essenciais no contexto do Coronavírus. A instituição atua com uma estratégia preventiva, já que até agora não registrou casos de pacientes com COVID-19. “Redobramos a atenção no acolhimento de pacientes no Pronto Socorro. As áreas de segurança, enfermagem e serviço médico já possuem orientações específicas para lidar com a doença”, afirma o médico Rodrigo Belila, superintendente assistencial do HAC.
ISOLAMENTO
Caso o HAC venha a ter pacientes confirmados com COVID-19, eles serão alocados em uma área de isolamento, um espaço ambulatorial exclusivo com área de observação. “O Hospital Angelina Caron conta com uma equipe de profissionais bastante qualificada e uma infraestrutura de ponta para atender aos pacientes. Nos mantemos firmes à frente dessa batalha”, ressalta.
PREVENÇÃO É O MELHOR ANTÍDOTO
Além disso, por meio de uma campanha de comunicação interna com o mote “A prevenção é o melhor antídoto”, o hospital está orientando sobre as medidas individuais e coletivas que cada colaborador deve tomar para prevenção e proteção dos ambientes institucionais. A circulação pelos corredores do hospital está restrita e os colaboradores que não fazem parte da equipe assistencial, devem evitar esses espaços.
Recomendações gerais à população:
Trabalhe, sempre que possível, com as janelas abertas;
Siga as regras de etiqueta respiratória para proteção em casos de tosse e espirros: cubra a boca e o nariz com o cotovelo flexionado ou com um lenço de papel;
Lave suas mãos com água e sabão ou higienize com álcool 70% frequentemente;
Não compartilhe objetos de uso pessoal, como copos e talheres;
Evite a prática de cumprimentar com aperto de mãos, abraços ou beijos;
Higienize com álcool em gel 70% o celular e materiais de escritório;
Máscaras devem ser usadas por pacientes infectados ou profissionais de saúde que os atendem diretamente, somados à correta higienização das mãos.