
Falta menos de dois anos para as eleições que escolherão o sucessor do prefeito Gustavo Fruet. Ou que decidirão por sua eventual permanência no cargo.
De qualquer forma, as crises e “terremotos” dos últimos dias podem ter montado uma equação, como a que começa a ser difundida a boca pequena.
Ela dá conta de um pacto, que teria sido firmado entre o agora oposicionista Ney Leprevost (até dias atrás fortemente ligado a Beto Richa e com vários indicados seus ocupando cargos em comissão no Estado) e Gustavo Fruet.
A ideia seria esta: O PSD indicaria o vice de Fruet, em 2016. Já em 2018, Gustavo, “não teria dificuldades de se reeleger”. E deixaria a Prefeitura, lançando-se ao Senado, uma Casa que bem atenderia seu perfil de legislador, segundo raciocinam seus aliados.
2 – SEM DIFICULDADES
Para os analistas dessa equação, não haveria dificuldades: “Uma das vagas será fatalmente de Beto Richa. A outra deverá ser preenchida com certa facilidade por Fruet”, admite parlamentar do PSD.
Se consumada a eleição de Gustavo – e ele assumindo o Senado – Leprevost acabaria indo para o Palácio 29 de março, com “garantia legal de poder disputar mais duas eleições para o mesmo cargo”, estende seu raciocínio o pessoal do PSD.
Só faltou combinar com gente como Ratinho Junior e com Luciano Ducci.
Dentre outros que querem também a Prefeitura.
