Atual vice-prefeito é apresentado como “a melhor novidade da política curitibana” e com condições para concorrer à Prefeitura

Se tem 40% de rejeição do eleitorado curitibano, conforme avaliação do Instituto Paraná Pesquisas, o alcaide Rafael Valdomiro Greca de Macedo tem mesmo é que se preocupar. Tal como ele disse em entrevista à rádio CBN, quando afirmou que não gostaria de pensar no assunto.
PAPEL DO VICE
Mais cedo ou mais tarde o majestático Rafael – com alta rejeição no público feminino, ainda segundo o mesmo instituto Paraná Pesquisas – terá de encarar essa realidade, a da rejeição, e outras tão incômodas quanto. Uma delas, a relação com o PSDB, e, especialmente, o papel que seu atual vice, Eduardo Pimentel Slaviero terá (ou não) em sua tentativa de reeleição como prefeito em 2020.
ÂNIMO DO TUCANATO
Dias atrás, durante a homenagem a Euclides Scalco, uma fonte do PSDB do Paraná – que me pediu anonimato, por motivos óbvios -, resumiu o animus do tucanato municipal sobre a situação:
a) o PSDB prefere que seu quadro Eduardo Pimentel permaneça ao lado de Greca e seja escolhido seu vice na futura chapa do hoje alcaide;
b) mas tem uma certa pressa em ouvir definição do assunto, antenado que o partido está em “preparar o futuro”. Antes, muito antes de abril, para uma definição do alcaide.
Em outras palavras: se não com o alcaide Rafael Valdomiro, os tucanos não terão dificuldades em lançar Eduardo a prefeito, “pois ele é a grande novidade política que temos, o que lhe garante ampla aceitação do eleitor.” Muitas legendas o acompanhariam facilmente, disse.

RICARDO BARROS
Um dos “temores” manifestado pela fonte tucana à coluna/blog, “é a forte pressão que Ricardo Barros faz para indicar sua filha, Maria Vitória, para ser vice de Greca”.
E observa a mesma fonte: “Ricardo, além de ser um articulador de mão cheia, e a quem Greca muito deve politicamente, é o tesoureiro nacional do PP. Esse é um detalhe capital…”
