Enquanto muito se fala sobre os casos de bullying e são buscados caminhos racionais para desencorajar essas práticas horrorosas, uma academia de jiu-jitsu de Curitiba, localizada no bairro Batel, empresta sua sugestão para enfrentar o problema: usar a força.
Quem passa em frente ao estabelecimento não pode deixar de perceber um grande banner, reunindo uma criança, talvez de uns três anos, com a mão direita espalmada, em sinal de pare, e o texto No more bullying | Defesa pessoal para crianças e mulheres.
Será a força bruta insinuada pela academia o melhor remédio para impedir atos de violência, intimidação ou constrangimento contra pessoas indefesas? Por analogia, uma loja de venda de armas poderá propor uma solução à bala.
