terça-feira, 12 maio, 2026
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Toninho Vaz e o veredicto de Freire-Maia

Toninho Martins Vaz: "sentença"; Newton Freire-Maia: Genética das populações
Toninho Martins Vaz: “sentença”; Newton Freire-Maia: Genética das populações

Um dos personagens do volume 10 de meu livro “Vozes do Paraná” – a ser lançado em 25 de junho -, é o escritor e jornalista Toninho Martins Vaz, que se notabilizou nacionalmente pelas biografias que vem produzindo. Uma das mais polêmicas foi a de Paulo Leminski, que lhe gerou encrencas que até agora rendem com familiares do poeta.

NO FANTÁSTICO

Repórter aguerrido, com passagem por veículos importantes – por anos foi redator do Fantástico, da Globo, e trabalhou para a mesma rede em Nova York-ele foi dos curitibanos que se socorreram do gabinete de Aconselhamento Genético que o geneticista Newton Freire Maia manteve pioneiramente na UFPR, anos 1970.

Depois de examinar sua história de vida e de sua família, Freire-Maia deu-lhe a boa nova: ele estatisticamente estava fora da sentença de morte, que antes atingira seu irmão, de 12 anos, e ao pai, aos 28.

ATROFIA MUSCULAR

De um dos encontros com o mestre especializado em Genética das Populações, Toninho Vaz ficou sabendo que era um “premiado”: fora o único dentre seus familiares mais próximos a escapar da condenação quase certa de uma má formação genética, a da atrofia muscular progressiva.

‘HERANÇA MALDITA’

Primos, tios e outros próximos parentes haviam sucumbido à ‘herança maldita’ que havia atingido os familiares de Toninho, todos moradores do bairro Rebouças, em Curitiba.

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