terça-feira, 5 maio, 2026
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A última do carnaval

*** Foi de amargar. Com verba reduzida (de R$ 60 mil para R$ 30 mil) e repassada em cima hora, as escolas do grupo especial de Curitiba não tiveram muito que fazer.

*** A Acadêmicos da Realeza ressuscitou o enredo de dez anos e mandou recado: “Você que pensou no próprio umbigo. Não me chame de amigo. A aliança se rompeu”.

*** Em São Paulo, a Nenê de Vila Matilde, onze vezes campeã do carnaval paulistano, homenageou Curitiba e foi rebaixada. Que fase!

*** O Rei Momo de Curitiba deveria ser eleito. Deveria. Não foi. As razões passam pelos comentários maledicentes dirigidos ao palanque oficial.

*** Entre os blocos, houve um que tentou desfilar, mas parou na correção política das feministas. O “A Gordinha não quer dar” vai ter que mudar de nome, ainda que suas integrantes sejam o avesso da passista-celebridade.

*** Se houve algo de bom? Sim. A Marechal Deodoro é definitivamente a passarela do samba, em Curitiba. A experiência do Centro Cívico, com desfile em curva e uma lombada a desafiar os carros alegóricos e o gingado da mulata bossa nova (com o perdão da incorreção política) foi mesmo de chorar o pierrô.

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